Archive for June, 2008

Anta baka!

Posted on the June 18th, 2008 under Extras by Mairo

Nós sempre buscamos uma formar de máximizar nosso vocabulário. Seja com animes, jogos, flash cards… Mas o grande problema dos brasileiros… Nós sempre aprendemos os palavrões e digamos que algumas palavras não tão “coloquiais”. Pergunte a qualquer otaku algo que ele saiba em japonês, a primeira coisa que vem a mente é: “ばか!”.
Nós passamos a ter facilidade com vocabulário quando o mesmo nos chama atenção. Se você aprende essas expressões facilmente, é por que você gostou! Tenho um amigo que começou assitir anime, daí passou a falar pra todo lado : baka, baka, baka! Ai você se pergunta, por que ele aprendeu tão rapidamente? Por que ele queria chamar as pessoas de idiota e imitar os personagens do anime!

Lógicamente você não vai sair xingando todo mundo (isso é o que eu espero, mas se quiser fazer cosplay para aprender vocabulário até pode), mas quando formos estudar devemos tentar assimilar isso da forma mais criativa possível.
Neste site : http://kanji.koohii.com/learnmore.php, o aprendizado funciona mais ou menos desta forma. Ele apresenta o kanji, você cria uma história com o seu significado, e depois disso aprende a pronuncia.
Bom agora dicas de estudo a parte, vamos ver mais algumas expressões “não coloquiais “:

Ahou – idiota,estúpido
urusai – chato,irritante
kimoi – menina feia, podemos traduzir como “fubanga”
nan de ya nen – what the hell!

Dêem uma passadinha nesse site: http://www.coolslang.com/in/japanese/
Você se diverte bastante …
Então não esqueçam, de o seu melhor nos estudos!Fiquem com Deus!

Escrito por Filipe Rodrigues, colaborador!

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Clínica do Kanji #6 – Dicas sobre como fazer seu jardim de kanji florescer

Posted on the June 12th, 2008 under Ideogramas japoneses by Mairo

Coluna #6 da Clínica do Kanji, The Japan Times, 27 de julho de 2001 

Dicas sobre como fazer seu jardim de kanji florescer

Para: Diane Grace Shimizu
Re: Seu kanji dos sonhos

É com satisfação que venho recentemente participar dessa discussão sobre aprendizado de kanji. Você contou-me que está morando a três anos no Japão, desde que começou a trabalhar na maior companhia de eletrônicos de Tokyo. Nossos avós, que emigraram para a Califórnia vindos de Wakayama, estimularam um de seus netos a aprender a falar e ler na sua língua nativa.

Três anos se passaram, você tem começado a se familiarizar com aproximadamente 500 kanjis na turma de Japonês que a sua companhia oferece a empregados estrangeiros. O seu objetivo para os próximos anos é ter a habilidade de identificar um total de 1.000 kanjis ( kyouiku kanji), o qual deve permitir-lhe participar da turma mais avançada.

Então, assumindo seu interesse em ler livros escritos para estudantes que estão iniciando na língua japonesa, você não teria se frustrado, vendo seu tempo ser consumido na dependência de dicionários de kanji. Como aconteceria nos materiais para nível adulto, quando você já deveria estar apto para entender kanjis mais avançados. Deve-se ir devagar.

Considere isto: O ministério da educação exige dos jovens japoneses, mesmo daqueles que não possuem interesse em freqüentar uma escola de nível superior, que estudem todos os 1.945 caracteres de uso geral. Porque deveria você, um educado estrangeiro falante de japonês que provavelmente gastou muito de sua vida adulta trabalhando no Japão, contentar-se com menos?

Aprender kanji na proporção de algumas centenas de ideogramas por ano, Diane, deve fazer você se sentir num purgatório de kanji; como treinar sem conseguir atingir a verdadeira alfabetização. Isso significa que um aluno inteligente e motivado como você, levaria algo em torno de cinco anos para aprender 1.000, ou mesmo, 1945 caracteres.

Porque seu professor não tem lhe encorajado a colocar seu ponto de vista, e colocar seu olhos no centro do alvo ( por exemplo… todos os 1.945 kanjis)? Para descobrir, pergunte-lhe se é verdade que um americano que nunca colocou os pés em solo japonês até seus 20 anos pode se tornar mestre nos 1.945 kanjis. Pergunte-lhe se ele tem ensinado estudantes, em que a língua nativa deles não seja baseada em ideogramas ou kanjis, que de fato, alcançaram este objetivo. Ele provavelmente vai te responder que pode ajudá-la a confrontar essa baixa expectativa, tanto dos professores de kanji quanto dos estudantes, mesmo num ambiente rico em kanjis como o Japão.

Sim, kanjis estão por toda parte: a “terra do kanji” para estudantes no japão é incrivelmente fértil, e está a espera de um pingo de sua atenção para ser semeado. O “semear” é o particular sistema auto-instrução, onde você está cuidadosamente selecionando informações e aprendendo com si mesmo até se tornar especialista no assunto, com a convicção de que se tornará realmente alfabetizado no japonês.

Se você deseja colher os frutos de, digamos, maduros, vermelhos e deliciosos tomates de kanji no verão, saiba que somente plantar as sementes de kanji não é o bastante. A “água” e o “fertilizante” do seu jardim de kanjis são horas e horas de concentrado estudo devotado ao seu escolhido sistema de aprendizado. Graças a Deus, você tem observado este futuro particular todos os dias, não sendo tentado a simplesmente deixar seu kanji murchar por causa da sua ausência de cuidados. A dúvida que ocasionalmente lhe atormenta é se todo este jardim de kanjis realmente vale o esforço dispensado para retirar as ervas “daninhas” sem perder o entusiasmo.

Então, o que ainda falta? Existe mais uma coisa que suas sementes de kanji precisam desesperadamente: a luz do sol de seu sonho pessoal, um cenário envolvendo o nível adulto de alfabetização japonês. Em mais de cinqüenta anos no Japão, eu nunca conheci um estrangeiro que desenvolveu fluência na leitura e/ou escrita japonesa sem possuir o sonho pessoal de realizar isso.

Pessoalmente, o sonho é quem me capacita a colher os 1.945 caracteres. Eu normalmente estou na escrivaninha do escritório da faculdade, lendo uma montanha de papel da minha caixa de mensagens.

No sonho, eu não demoro a carregar estes documentos para casa toda a noite e ler para meu marido, ouvindo seus elogios repetidamente ao ver minha nova habilidade de leitura.

Você tem vivenciado seu sonho de kanji, Diane? Em Tokyo eu tenho sido surpreendido e desencorajado por realmente não ver estrangeiros lendo jornais japoneses. Você consegue sonhar lendo o jornal local? Vamos explorar isso na próxima vez.

Mary Sisk Noguchi é um professora associada ao Meijo University. Ela adora jardinagem de kanjis e cuidar de seus dois pequenos filhos. Envie um e-mail para Mary. kanjiclinic@aol.com

Traduzido do Inglês por Eduardo Monteiro, colaborador do Como Aprender Japonês
Artigo Original em Inglês em http://www.kanjiclinic.com/kc6final.htm

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Olá! Nihongo!

Posted on the June 10th, 2008 under Dicas para aprender japonês by Mairo

Há algum tempo estive procurando um método que me fizesse memorizar os kanjis e o vocabulário. Descobri então o Olá!Nihongo! por acaso em vídeos no youtube. O método do Olá! Nihongo! consiste em ensinar o vocabulário, formar frases, repassar o vocabulário e compreender uma conversação. Este método é bem simples, aplicado em muitas escolas de idiomas, mas existe uma pequena diferença: é pra quem reside no Japão! Este método faz com que a pessoa aumente seu nível consideravelmente em pouco tempo, pois é muito detalhado em diversos aspectos, depois de ver a vídeo-aula você sai na rua e só tem contato com o idioma, o que força sua mente a aplicar o utilizado. Devemos pensar então como estamos relacionando nossos estudos com o cotidiano, Japonezar nossa vida para aprender o idioma é com certeza uma ótima ferramenta no auto-ensino.

Vamos aplicar aqui no Brasil? Se você é iniciante não recomendo essas aulas, pois já exigem um nível de compreensão maior, e no mínimo a leitura dos kanas para que seja eficaz. Vamos praticar então!Ola!Nihongo!


Até a Próxima!

Filipe Rodrigues – Colaborador

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Clínica do Kanji #5 – Aprendendo a deduzir a pronúncia de um kanji sem dificuldade

Posted on the June 9th, 2008 under Ideogramas japoneses by Mairo

Coluna #5, Kanji Clinic, The Japan Times, 6 de Julho de 2001

Aprendendo a deduzir a pronúncia de um kanji sem dificuldade.


Traduzido por Yuumei Senshi, colaborador do Como Aprender Japonês
Artigo original em inglês em: http://www.kanjiclinic.com/kc5final.htm

Você provavelmente já viu a palavra japonesa para hemorróida, ぢ (ji), escrita em vermelho nos anuncios da farmácia. “Hemorróida” é normalmente escrita em hiragana porque seu kanji, , não é um dos 1.945 caracteres de uso geral. De acordo com minha pesquisa, não é imediatamente lido na mente de muitos japoneses.

Para entender o o que quero dizer, encontre alguém para escrever, da memória, o kanji para ぢ. O objetivo deste exercício é ver a estratégia de teste e erro que um falante nativo usa quando está escrevendo ou pronunciando um kanji que não seja familiar como .

Seu amigo provavelmente irá começar escrevendo pelo componente 疒 (“doença”). Isso irá aproximá-lo do significado, mas escrever o resto pode ser mais difícil. Ele pode começar a pensar em um componente que tenha a pronuncia “ji”:

“Seria 寿 (“longevidade”)? Ahh, não, 寿 se pronuncia “ju”, então não pode ser. Hmm, talvez (“sangue” normalmente pronunciado por chi, mas as vezes por ji como em hanaji “nariz sangrando”)? Ou talvez (“chão”, ji)? Não, não parece certo de nenhuma maneira. OK, eu acho que é (“temple”, ji), juntando com 疒. Sim, . É esse.

Seu amigo cobaia acabou de te mostrara como usar os componentes fonéticos, que mostram altas possibilidades das leituras chinesas (on) de um ideograma. Alguns componentes são kanjis, como em 寺; outros são radicais, elementos do kanji usados para classificá-los em dicionários.

Kanji que contém componentes fonéticos são chamados de “ideogramas fonéticos” (形声文字, keiseimoji, literalmente, “letra na forma da voz”. Eles consistem em duas partes: 1) um componente semantico, ou “radical”, que contém informações sobre o significado; e 2) um componente fonético que contém a pronúncia on’yomi.

No exemplo usado, 疒 é o componente semantico. Outros exemplos são: 氵(“água”), 石(“pedra”), (“parte do corpo”), (“mão”), e (“comer”). Veja esses abaixo como se estivesse dissecando o seguinte grupo dos caracteres de uso geral– aqueles que contém o componente fonético (hou), um caractere que significa “cobrir”;

(hou, “bolha”), (hou, “arma”), (hou, “cela”), (hou, “abraçar”), (hou, “saciar”).

Em acréscimo ao seu valor fonético, 包 também contribui para o significado dos caracteres acima, por exemplo: “Uma bolha é ar COBERTO com por água ensaboada.”

Cerca de 85% dos 1.945 caracteres de uso geral são ideogramas fonéticos. Isso é uma boa notícia para nós que temos que aprender a fazer suposições inteligentes sobre a pronuncia de um kanji. Você pode perguntar, “Se componentes fonéticos são como bons amigos, porque meu textbook de kanji não me da uma introdução apropriada para eles?” O problema é que até que estrangeiros tenha dominador as formas de um grande número de kanji, textbooks não podem começar a apresentar grupos de caracteres que compartilhem de um componente fonético.

Felizmente, James Heisig, em seu “Remembering the Kanji II”, vem nos ajudar. Ele não apenas arranja sistematicamente todos os kanji de uso geral em grupos que partilham de um mesmo componente fonético, ele também nos mostra um truque nesse sistema: Nem todo kanji que contém um componente fonético em particular tem a pronuncia on’yomi que normalmente aparenta–existem exceções, e Heisig lista elas em cada grupo fonético.

Pegue o caracter 交 (kou, “trocar” (interchange, no original)): Como componente fonético, é visto em outros caracteres de uso geral– (“escola”), (“efeito”), (“estrangular”), and (“subúrbio”)– todos lidos como kou. Mas inconvenientemente também aparece em (“comparar”) que tem a pronúncia kaku ao invés de kou. Felizmente, os kanji que se adequam a regra estão em grande maioria; não deixe que os “maus” desencoragem você de se tornar um conhecedor dessa técnica.

Porque não impressionar os outros estudantes de japones escrevendo 痔 corretamente da memória? É facil quando se usa a história de “2001 kanji”, Joseph De Roo: hemorróida é a doença 疒 sofrida por pessoas que sentam de forma mediativa por longos tempos no templos budistas .

Acidentalmente, alguns leitores no último mês tentaram dizer “Higashi Miyako” ao invés de “Tokyo”(東京), mas foram avisados por amigos japoneses que não pode ser pronunciado como “miyako.” De acordo com vários dicionário, e o meu software processador de palavras, é possível escrever miyako usando ou ou , mas de qualquer forma, o Ministério da Ciencia e Educação não incluiu miyako como uma leitura oficialmente “aprovada” para .

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Podcast #6 Stress!!!!

Posted on the June 6th, 2008 under Extras by Mairo

No podcast dessa sexta feira eu trato um pouco de minha indignações com respeito ao meu atual estágio de inglês. Meu estágio de português foi uma maravilha, já o de Inglês… Aparentemente nossos professores pensam somente no conteúdo que tem de cumprir e no salário no fim do mês, sendo que os alunos não importam nem um pouco. Aula boa é rum, pois traz pouco conteúdo [o conteúdo do livro eu digo]. O esquema é aula ruim, despejar matéria na cabeça dos alunos, cumprir seu conteúdo e ganhar seu salário. Deus me livre!


Download do podcast aqui!

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Podcast #5 – Colaboradores!

Posted on the June 3rd, 2008 under Extras by Mairo

Hoje acabou um dos meus estágios, assim ganhei um tempinho e devo dedicá-lo a blog, que anda meio largado. Na semana passada gravei um pequeno podcast e desta vez resolvi fazer outro, um pouco maior, com algums músicas, como fazia antigamente. Estou procurando colaboradores para o site, quem tiver interesse mande email para mairovster@gmail.com ou comoaprenderjapones@gmail.com, ou então fale diretamente comigo via MSN: mairov@live.com
Mais informaçoes no Podcast, espero que gostem! 

Download do Podcast Aqui!

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