Stephen Krashen

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Recentemente, comecei a ler artigos do professor Stephen Krashen. Eu já tinha ouvido falar dele há algum tempo, mas somente agora resolvi ler de fato alguma coisa. Caso você queira dar uma olhada nos textos, pode acessar esse site aqui

Krashen tem ideias e teorias muito interessantes a respeito do ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras. Ambos os sites que mudaram o meu modo de pensar em relação ao estudo de línguas estrangeiras (AJATT e The Linguist) são fortes e claramente influenciados pelas ideias de Krashen. As ideias de Steve Kaufman, a meu ver, são praticamente um evolução, ou talvez uma aplicação prática das ideias de Krashen. Claro que ainda é muito cedo para eu falar alguma coisa, tudo isso são apenas conjecturas de um estudante.

Porém, é bem claro como as ideias de Krashen relacionam-se com as ideias de Kaufmann. Por exemplo:

 

 

“Such a program will work, of course, only if a large supply of interesting reading is available, a super-library filled with books, comics, magazines, films and tapes. This is not an impossible dream”.(Krashen, Applying the Comprehension Hypothesis: Some Suggestions)

Uma super biblioteca com livros, revistas, comics, tapes, films, etc. é praticamente a ideia central de Steve Kaufmann em seu site/método LingQ. Um vasto e variado material, que permita aos estudantes escolherem o que querem ler e qual material mais os agrada.

Não somente esta ideia, mas também a quebra do modelo “sala de aula” e a proposta de um ensino voltado a criar aprendizes autônomos, sem a necessidade de um professor ou de uma sala de aula, estão entre os temas discutidos por Krashen.

Interessante notar, porém, que por mais “tentadoras” que possam parecer estas ideias, ainda assim me parece existir uma grande barreira, um objeção a isso, por parte de professores e alunos, que insistem no modelo tradicional de sala de aula, gramática, etc. E digo isso, porque lendo Krashen, lembrei que, no segundo ano da faculdade, na disciplina Linguística Aplicada, a professora falou sobre Krashen e suas teorias, porém de modo tão vago, tão superficial, como se isso não tivesse importância, que hoje, no terceiro ano da faculdade, eu duvido que algum dos meus colegas lembrem disso, de quem é Stephen Krashen. Eu mesmo não lembrava, lembrei apenas agora, lendo por conta própria, quando me veio a vaga lembrança: “já ouvi isso em algum lugar”.

Bom, mas deixando a universidade de lado, continuarei lendo meu Krashen, e sempre que possível colocando algo aqui no Blog, que se encaixe nos estudos de língua japonesa.

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