Tradução – Parte 05 – Remembring the Kanji – Um curso completo de como não esquecer o significado e a escrita dos ideogramas japoneses

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O objetivo é criarmos uma imagem mental [em forma de uma história] que seja forte o suficiente para ficar presa em nossa mente e que tenha relação com a determinada palavra-chave. A imagem na medida em que é composta por significados primitivos vai ditar exatamente como o kanji é formado, traço por traço, linha por linha. Muitos ideogramas podem ser lembrados logo no primeiro encontro quando damos tempo suficiente para criarmos a primeira imagem. Alguns outros terão de ser revisados para associação de palavras-chaves e elementos primitivos. Nessa maneira, simples exercícios com a memória visual serão completamente ignorados. Uma vez que o objetivo é lembrar não somente um certo número de ideogramas, mas também lembrar “como lembrar os ideogramas”, o curso foi dividido em três partes. A parte um traz uma história completa para cada ideograma. Direcionando a atenção do leitor pelo menos durante tempo suficiente para ler a história e relacionar esta com o kanji. A maior parte do trabalho já está feita para o estudante e ao menos um pouco do funcionamento do métedo deverá ser adquirido nesta primeira parte. Na segunda parte somente um “esqueleto” das histórias é apresentado e o estudante deverá trabalhar por sua conta nos detalhes usando suas memórias e fantasias pessoais. A parte três, que compõe a maior parte do curso, providencia somente as palavras-chaves e os significados primitivos, deixando o resto do trabalho para o estudante.

 

Logo vai ficar claro que o fator mais importante é a ordem do aprendizado do kanji. O método é simples: Uma vez que ideogramas básicos foram aprendidos, seu uso como elementos primitivos para o aprendizado dos novos ideogramas poupa muito esforço e faz com que ao mesmo tempo que se aprende novos ideogramas se revisa os antigos. Assim, começar este curso indo direto para as lições mais avançadas antes de estudar as iniciais vai acarretar numa completa perda de eficiência. Se o objetivo do estudante é aprender todos os ideogramas, é melhor aprendê-los na ordem que proporcione melhor memorização, e não em uma ordem de freqüência de uso ou na ordem pré-determinada pelo governo japonês. Caso o estudante decida por seguir algum outro caminho, os apêndices contêm as informações básicas para localização dos ideogramas assim como seus primitivos. Pode ser surpreendente para o leitor o fato de que não será visto ao longo destas páginas nenhum tipo de desenho pictográfico referente aos ideogramas. Isso tem ligação direta com o que foi dito antes sobre focar na memória imaginativa. Saiba que imagens visuais pictográficas são confiáveis somente para lembrarmos alguns poucos ideogramas, e mesmo nesses casos a imagem deve ser descoberta pelo estudante, usando papel e lápis, brincando com as formas, e não com comparações com imagens históricas. Para outros, o uso de imagens pictográficas acaba inibindo a imaginação, o que restringe o processo. É imporante termos em mente que Quanto mais original for o trabalho do estudante com determinada imagem mental [história] mais fácil será lembrar o ideograma.

 

 

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