Três diferentes abordagens para o aprendizado de idiomas

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Steve Kaufmann, num recente podcast, falou sobre três diferentes abordagens para o aprendizado de idiomas, sendo uma delas muito boa e as outras duas não tão eficientes. Você pode escutar o podcast aqui, mas como muita gente não entende Inglês [visto que nosso negócio aqui é o Japonês], eu resolvi refazer uma síntese do assunto neste post.

Das abordagens “não tão produtivas”, a primeira seria a que Steve chama  mínimalista: aquela pessoa que fala “Cara! Não é muito legal saber falar ‘onde é o banheiro’ ou ‘eu entendo mandarim’ em 28 línguas diferentes?!?” Do outro lado temos a abordagem perfeccionista: a pessoa frustrada pelo fato de não conseguir dizer tudo o que ela quer na língua que estuda. O bom aprendiz de línguas é justamente aquele que se encontra entre essas duas abordagem, que não é nem minimalista nem perfeccionista.

Lembrando que aqui sempre tomamos aprender línguas como algo sério, ou ao menos como um hobby sério. Assim, é completamente inútil aprender a falar 10 frases em um certo idioma. Mesmo que você viaje para a Russia e aprenda a perguntar as horas em Russo para um estranho na rua, você não vai ter a mínimo senso do que esta falando, assim como não vai entender nada do que o cara responder. Por outro lado, é preciso entender que, por mais fluente que você seja, sempre, sempre haverá dúvidas no aprendizado de idiomas, pois nem em nossa língua nativa sabemos tudo, todos os verbos, substantivos, frases, etc. Não há um fim, pois o aprendizado de idiomas é algo que vai continuar até o fim de sua vida. Assim, relaxe e aproveite!

Steve diz que aprender a língua é como cuidar do seu jardim. Não importa se o seu jardim é ou não é maior ou mais bonito que o do vizinho, o que importa é estar sempre cuidando do jardim e gostando, aproveitando isso. Você não vai plantar duas ou três flores e ir embora (minimalista), assim como não vai ficar sempre comparando o seu jardim com o do vizinho e reclamando (perfeccionista).

O conselho que fica é: não se contente com apenas algumas frases “úteis”, assim como entenda que a perfeição é inimiga dos seus estudos. Leia e escute muito. Fale e escreva, mas não tenha medo de errar, pois mais importante do que acertar ou errar é estar em contato com o idioma, estar cultivando seu jardim, pois com tempo ele vai ficar completamente florido.

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One Response to Três diferentes abordagens para o aprendizado de idiomas

  1. Cezar says:

    seu blog é muito massa.

    eu nem te conheço mas vc me parece ser um cara muito massa..

    watashi wa cezar desu…

    hehe

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